A Revolução Industrial e o Meio Ambiente - parte 2

Todo mundo já ouviu falar na escola sobre a Revolução Industrial, aliás, a Revolução Industrial é um processo que se estende até hoje, afinal, o grande avanço tecnológico que a humanidade viu acontecer no fim do século XX, com o a criação de foguetes, computadores, celulares, microchips e diversos outros aparelhos considerados atualmente de alta tecnologia também fazem parte de uma Revolução Industrial. Obviamente, essa última ocorreu de modo diferente da Primeira Revolução Industrial, que teve início na Inglaterra no século XVIII.
Meio de produzir - A Revolução Industrial foi marcada por uma série de invenções (máquina de fiar, máquina a vapor, tear hidráulico...) que possibilitaram aumento da produção e foram decisivas no surgimento das maquinofaturas - fábricas movidas à máquina. As inovações técnicas, num primeiro momento, se concentraram na produção têxtil, principal produto exportado pela Inglaterra. É claro que a Revolução Industrial não se limitou apenas à Inglaterra, se estendendo à França e aos Países Baixos, por exemplo, que trouxeram novas máquinas e técnicas próprios.

Mas como a revolução industrial afetou o nosso meio ambiente? 

Simples! 

A revolução Industrial trouxe muitas transformações importantes, entre elas a invenção e o uso da máquina, que permitiram o aumento da produtividade, a diminuição dos preços e o crescimento do consumo e dos lucros. Isso trouxe rapidez na produção de fábricas, otimização dos processos produtivos e padronização dos produtos. Porém, além dos benefícios, trouxe também várias desvantagens, por exemplo: Com o uso das máquinas, a tecnologia foi se desenvolvendo, pessoas foram substituídas por máquinas, o que causou uma grande crise de desemprego. 
O meio ambiente também foi muito prejudicado, pois, houve o aumento da poluição do ar com a queima do carvão mineral para gerar energia para as máquinas, tendo grande impacto no Aquecimento Global, que é responsável pela queima das matas, descongelamento das geleiras e elevação no nível dos mares e oceanos. Devido a esse desmatamento, não existem mais árvores suficientes para absorver essa emissão de carbono, por isso a temperatura média no mundo cresce cada vez mais.

A Revolução Industrial e o Meio Ambiente

A revolução industrial ocorreu na Inglaterra no século XVIII e gerou uma grande avanço tecnológico, mas também causou problemas catastróficos no meio ambiente. A principal matéria-prima usada para fazer energia naquela época (e que ainda é muito utilizada) foi o carvão mineral, a Inglaterra tinha grandes reservas de carvão e assim, fazia a queima para obter energia que movimentava as máquinas(Usinas Termoelétricas). Mas a queima do carvão libera o dióxido de carbono (CO2) e assim os raios solares acabam ficando presos na terra, esquentando a temperatura, e causando um fenômeno chamado efeito estufa que provocou o aquecimento global , e por esse aquecimento na terra , cientistas prevê em um aumento de 1,4 a 5, 8ºC nesse século, e o nível do mar pode subir entre 0,1 e 0,9 metros. Muitas medidas hoje estão sendo tomadas para reduzir a emissão de dióxido de carbono, como o Tratado de Kyoto, que visa em reduzir a emissão do gás carbônico em 5%.
 Outro grande impacto ambiental que vem crescendo, é o desmatamento,que dá lugares a novas cidades, fábricas, fazendas ou para a extração demadeira por parte da indústria madeireira. A maior floresta tropical domundo, a Amazônia, já perdeu cerca de 17% sua área original. A cadasegundo que passa, uma área do tamanho aproximadamente de um campode futebol é desmatada no mundo. E estima-se que o desmatamentorepresente cerca de 10 a 35% das emissões de gás carbônico por ano.

O Lixo que prejudica a humanidade



ЯEVER(TA) A SITUAÇÃO

Já pararam para pensar para onde vai todo o lixo que não sabemos dar o descarte certo? Ou então o lixo que jogamos nas ruas, pelas janelas dos carros. Para onde vão? 
A questão é que ninguém se importa. O lixo não estando dentro de nossas casas está ótimo. Mas tudo que vai, volta. O lixo que você joga nas ruas, é o mesmo lixo que entope os bueiros e causa os alagamentos. É ele o culpado de muitas pessoas perderem suas casas quando chove forte e a água inunda tudo. Infelizmente, ele não afeta apenas a raça humana, mas toda a vida que existe na Terra.

Ainda acham que não estão sendo prejudicados?

Doenças: O lixo que vai para lixões a céu aberto ou terrenos baldios produz bactérias e fungos. Também atrai baratas, ratos, moscas, mosquitos etc. Esses animais podem transmitir doenças sérias, como dengue, febre tifóide, cólera, disenteria, peste bubônica e leishmaniose.

Acidentes aéreos: lixo acumulado perto de aeroportos causam acidente (o avião se choca com um urubus ou outra ave grande). Pode causar morte de pessoas, além, claro, da morte do pássaro, que poderia ter sido evitada.

Chorume: é um líquido mal-cheiroso e nojento que o lixo acumulado produz quando vai se decompondo. O chorume é dez vezes mais poluente que o esgoto. Isso porque, além de conter matéria orgânica apodrecida, ele tem substâncias químicas e metais muito tóxicos. O chorume contamina o solo e pode chegar aos lençóis freáticos (espécies de rios subterrâneos que existem por toda a Terra e que jogam sua água nos mares, lagos, mangues e rios). Quanto mais o chorume se espalha, mais vai poluindo.

Poluição do ar: o lixo – queimado ou não, produz gases que fazem mal à saúde dos seres vivos e do planeta, como o gás metano e o gás sulfídrico. Esses gases poluem o ar e podem causar doenças respiratórias. O lixo queimado produz gás carbônico, um gás que é tóxico se estiver em grandes quantidades. Se a gente se lembrar que o ar do planeta já está cheio de gás carbônico por causa dos carros e das fábricas…

Inundações: garrafas de PET, sacos plásticos e outros lixos são levados pelas águas numa chuva forte. Eles acabam entupindo bueiros e até impedindo os rios de correrem por seus leitos. Isso causa inundações terríveis. A água suja das inundações estraga as casas das pessoas, mata animais domésticos e causa mais doenças na população.

O lixo é um grande problema. Mas ele pode ser um problema um pouco menor, desde que os governos, as instituições (escolas, hospitais etc.), as empresas e cada pessoa façam a sua parte. Isso inclui você e sua família.

Tempo de decomposição dos lixos 



O Consumismo e o Meio Ambiente

Consumir te faz bem? 

''O consumismo é outra característica da sociedade contemporânea que produz impactos preocupantes sobre o ambiente natural e construído. A sociedade capitalista industrial criou o mito do consumo como sinônimo de bem-estar e meta prioritária do processo civilizatório. A capacidade aquisitiva vai, gradualmente, se transformando em medida para valorizar os indivíduos e fonte de prestígio social. A ânsia de adquirir e acumular bens deixa de ser um meio para a realização da vida, tornando-se um fim em si mesmo, o símbolo da felicidade capitalista.
Para a lógica capitalista de produção o principal objetivo é atender ao consumidor e estimular necessidades artificiais que promovam uma maior rotatividade e acumulação do capital investido. Naturalmente, nesta lógica as categorias de consumidor e indivíduo/cidadão são diferentes. Consumidor é toda pessoa dotada de poder aquisitivo, capaz de comprar mercadorias. O mercado e as mercadorias não são destinados a satisfazer toda e qualquer necessidade das pessoas, mas sim dos consumidores.
[...]
A natureza intrínseca do capitalismo exige, para sua sobrevivência, acumulação e investimentos crescentes, o que inevitavelmente aponta para a estimulação do sistema de produção/consumo. O sistema de produção que satisfaz as necessidades dos consumidores é o mesmo que as cria; seja por processos de competição entre consumidores, pelo estímulo do sistema de valores e prestígio social, seja através da publicidade e marketing. Observa-se, assim, que a teoria econômica, historicamente, defendeu o crescimento do sistema de produção/ consumo de forma completamente desvinculada de considerações éticas entre meios e fins. Os economistas, grosso modo, se atinham à satisfação dos consumidores sem se perguntar pela relevância, justiça, legitimidade ou pela racionalidade das necessidades atendidas.
São, portanto, evidentes as conseqüências do consumismo sobre o meio ambiente e sobre a qualidade da vida social. Tal tendência conduz, por um lado, ao desperdício no uso de recursos naturais e energéticos e, por outro, agrava os problemas de geração e processamento de lixo.''

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Após lermos esse texto, podemos perceber que o consumismo afeta o nosso meio ambiente. Então, devemos comprar apenas coisas que são essenciais para o nosso dia-a-dia sem exagerar e descartar o nosso lixo nos lugares corretos, pois fazendo isso ajudamos o meio ambiente e assim ajudamos a nós mesmos.

Poluentes Atmosféricos


Os gases poluentes são aqueles produzidos, principalmente, pela queima de: combustíveis fósseis (gasolina e óleo diesel), resíduos orgânicos (lixos) e vegetação florestal. Estes gases absorvem parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, favorecendo e efeito estufa e o aquecimento global. Os gases são lançados no e, por sua vez, acabam poluindo a nossa atmosfera. 
O que marcou o problema da poluição foi o inicio da revolução industrial, que buscava o incentivo à produção e acúmulo de riquezas, unido à necessidade aparente de se adquirir produtos novos a todo o momento, tudo isso colaborou para a destruição dos recursos naturai, e sem que se percebesse essa essa exploração e destruição da natura foi sendo utilizada da forma a ser indispensável, e essa necessidade passou despercebida o fato de que a poluição ambiental prejudicaria não só o funcionamento dos ecossistemas, chegando a matar várias espécies animais e vegetais, como também o homem seria prejudicado com este tipo de ação, pois depende muito dos recursos hídricos, do ar e do solo para sobreviver com qualidade de vida e saúde.

Mas o que é poluição? 

Entende-se por poluição todo o tipo de contaminação do meio ambiente de forma a degradar a sua composição natural, existem muitos tipos de poluição e varias ações, principalmente humanas, de se poluir o meio ambiente, normalmente ocorre poluição pela liberação de lixo orgânico, industrial, gases poluentes, objetos materiais, elementos químicos, entre outros que polui tanto a atmosfera, as águas e também o solo, a poluição sonora, a térmica, atmosférica, por elementos radioativos, por substâncias não biodegradáveis, por derramamento de petróleo e por eutrofização, também causas grandes danos ao meio ambiente e ao homem, e grandes liberação de poluentes, poluente é o detrito introduzido num ecossistema não adaptado a ele, ou que não suporta as quantidades que são nele introduzidas, dois exemplos de poluentes: o gás carbônico (CO2) e fezes humanas.

Vejam alguns poluentes que estão presentes no nosso dia-a-dia:


Monóxido de Carbono (CO) - Está presente no escape de veículos motorizados, em alguns processos industriais etc.

Dióxido de Enxofre (SO2) - Centrais termoelétricas a petróleo ou carvão; fábricas de ácido
sulfúrico.

Chumbo (Pb) - Escape dos veículos motorizados; centrais termoelétricas; fábricas de baterias.

Etano, Etileno, Propano, Butano, Acetileno, Pentano - Escape dos veículos motorizados; evaporação de solventes; processos industriais; lixos sólidos; utilização de combustíveis. 



LEIAM: Matéria do site O ECO

Apesar da lei, 42% dos resíduos ainda vão para o lixão



Há quase um ano, no dia 2 de agosto, entrou em vigor a lei que prevê o fim de lixões a céu aberto. Passado o prazo, em teoria, os municípios poderiam ser processados por não cumprir a exigência da lei que regula a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). No mundo real, o Senado aprovou no começo do mês um Projeto de Lei que prorroga para 2021 o fim dos lixões.

Os senadores ouviram os apelos da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e consideraram os 4 anos que os municípios tiveram para se adequar a lei insuficientes, dada as desigualdades existentes entre os 5.570 municípios do país. O projeto agora está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.

Nesta terça-feira (28), a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) divulgou seu “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil - 2014”, a primeira pesquisa sobre o assunto desde o começo da vigência da Polícia Nacional de Resíduos Sólidos. A pesquisa levantou dados de 400 municípios de todo o país e mostra que a situação dos resíduos sólidos no país não mudou muito, apesar da vigência da lei.

Em 2014, foram gerados 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos no país e 29,6 milhões de toneladas (41%) deste total foram dispostos em lixões e aterros controlados, locais considerados inadequados.

Segundo a Abrelpe, 78 milhões de brasileiros ainda não tem acesso a tratamento e destinação final adequada de resíduos, e mais de 20 milhões de pessoas sequer dispõem de serviços de coleta. O lixo simplesmente não é coletado.

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Esse texto que vocês acabaram de ler foi tirado do site ((o))ECO, que é um site muito legal e que tem vários assuntos relacionado ao meio ambiente e que pode nos ajudar muito no nosso projeto. 
Nós escolhemos essa matéria para postar aqui no blog, justamente porque é importante nos mantermos informados do que está sendo feito para a melhoria do nosso meio ambiente. A lei que entrou em vigor a exatamente um ano atrás, como podemos ver, não mudou muita coisa. Por quê? Porque ainda falta conhecimento e dedicação de ambas as partes, da parte da população e de quem trabalha para a melhoria do nosso meio ambiente. Como vocês viram, alguns lugares até tem a coletânea de lixo, mas não da forma correta e em outros lugares simplesmente não tem, o que resulta no grande acumulamento dos lixos formando os grandes lixões a céu aberto. 

OBS: Quem quiser ler a matéria completa o link é esse aqui 

http://www.oeco.org.br/noticias/29256-apesar-da-lei-42-dos-residuos-ainda-vao-para-o-lixao


O Bairro onde moramos - entrevista com Sueli Fernandes

O bairro onde moramos é um lugar onde, no decorrer dos anos sofreu diversas alterações. Nosso grupo foi atrás para descobrir mais sobre o bairro, e conversamos com a mãe de uma das integrantes do grupo. Confiram: 

Entrevistada: Sueli Fernandes
Bairro: Jardim Ubirajara


- Poderia dizer como era o bairro antigamente? 

Sueli: Antigamente as ruas não eram asfaltadas, quando chovia as pessoas não podiam sair de casa, pois a lamaceira era tanta que as pessoas escorregavam, e até mesmo afundavam quando davam algum passo. Porém, quando secas, a poluição era ainda maior, quando passava algum caminhão, além do combustível poluir, a poeira aumentava muito, mal conseguíamos enxergar, muito menos respirar.

- Mudou muita coisa no decorrer do tempo?

Sueli: Sim, muitas coisas mudaram. As ruas, a maioria, hoje são asfaltadas, existe postes com luzes por todo lado, antes ao anoitecer, se não fosse as luzes das casas, as ruas seriam totalmente escuras.
Os prédios que hoje vemos por todos os lados, antigamente não existia. Até existiam, mas não tantos quanto agora. A tecnologia ficou mais avançada, eram poucos os que tinha computadores. Os carros de luxo que vemos hoje, antigamente eram apenas fusquinhas, e combes. Hoje todos tem computadores, tabletes e carros de última geração.

- Você acha que essas mudanças foram boas ou ruins?

Sueli: Depende do ponto de vista em que vamos olhar. Embora toda aquela lama tenha sido substituída por concreto, as ruas são muito sujas. O caminhão do lixo passa uma vez por semana, algo que acho errado, eles deveriam passar mais vezes. Existe ainda muitos esgotos, e as pessoas tem mania de tacar fogo nos lixos, piorando ainda mais a situação.
Claro que existe o lado bom disso tudo, a luz que antes não tínhamos, á água, a internet que hoje permite pra vocês mais jovens conversarem entre amigo, estudarem, fazerem trabalho. Antigamente usávamos maquinas de escrever ou fazíamos de próprio punho, e dava muito trabalho, a geração de vocês é uma geração privilegiada, vocês tem tudo o que não tínhamos.

- O que você acha que tem que mudar ainda?

Sueli: Muita coisa, e acredito que no decorrer do tempo vão haver várias alterações não só no nosso bairro, mas em todos. Mas acredito que o que deve mudar são os conceitos das pessoas, de acharem que jogando lixo na rua contribuem para o emprego do gari.

- No bairro existe muita poluição, falta d'água?

Sueli: Sim, existe muita poluição, por causa dos esgotos, do lixo a céu aberto, que os lixeiros insistem em sempre limpar, tirar todo o lixo acumulado nas calçadas, mas os próprios moradores voltam a jogar o lixo no mesmo lugar, e muita das vezes tacam fogo, chegaram até a atingir um cachorro que passava na horas.
 Sobre a falta d'água, sempre estão cortando nossa água e a conta a cada dia aumenta mais. As vezes é um absurdo, nós economizamos a água e muita das vezes as contas chegam a vir quase 600 reais. Ou seja, nós não gastamos quase nada, eles cortam nossa água e ainda sim pagamos muito caro. Tem vezes que já chegamos a ficar uma semana sem água. Eles desligavam a água o dia inteiro e durante a noite, ás 23 horas ou até mesmo 12 horas, eles ligavam a água apenas para encher as caixas d'água e nós temos que nos viram para que dure o dia inteiro. 

- E por falar em água, o que você nos diz sobre a crise de atualmente?

 Sueli: Não me surpreendo. Vejo pessoas que lavam suas calçadas com mangueiras, desperdiçando água, quando se pode usar um balde e evitar tando desperdiço. Homens que lavam seus carros com a torneira aberta, sem se preocupar com o tanto de água que está gastando. A crise de hoje não me surpreende. Pois, o ser humano toda a vida desperdiçou a água, não soube usá-la corretamente. O ser humano é muito egoísta de achar que a água duraria para sempre. E mesmo vendo a crise que estamos vivendo as pessoas não acordam, não percebem que algo precisa ser feito. Só eu e minha família fazendo nossa parte não adiante, temos que todos nos unir e fazer nossas partes. O futuro não depende apenas de uma pessoa, e sim de uma população inteira.

- E o que você está fazendo para a situação melhorar?

Sueli: Primeiro de tudo, e muito importante, eu incentivo meus filhos a não jogarem o lixo na rua, a não demorar no chuveiro, não desperdiçar água atoá, e outras coisas. Como mãe, sempre procuro ser exemplo para os meus filhos. Quando lavo roupa, a água que fica no tanque eu uso ela para lavar meu quintal e minha calçada. Sempre estou varrendo minha calçada, colaborando para o emprego daqueles que amanhece o dia varrendo nossas calçadas para se viver em um bairro habitável, em que devemo ter orgulho de andar pelas ruas e vê-las limpas.

- Para terminar nossa entrevista, qual mensagem gostaria de deixar para aqueles que vão estar lendo essa entrevista?

Sueli: Apenas que cuidem do bairro onde moram, incentivem as pessoas ao seu redor a fazer o mesmo, incentivem seus filhos para que eles possam incentivar as próximas gerações e que possamos viver em paz, o verde do nosso planeta está por um triz e algo precisa ser feito, e a hora é agora.